segunda-feira, 30 de junho de 2014

A Beleza do Amanhã

O que é o belo?

Será mesmo que a beleza está nos olhos de quem a vê? Como enxergar então esta beleza? O que é belo para mim pode não ser belo para você. Quem define os padrões de beleza?

Por longos anos me achei feia. Um dia soube que haviam perguntado por mim e a pergunta fora: Ela continua bonita? Então, descobri naquele momento, que por estes mesmos longos anos, me acharam bonita (pelo menos este alguém). O que teria mudado seu eu soubesse? Sim, porque tudo seria diferente. Seria?

Tenho uma teoria: as pessoas que se acham bonitas, ou sabem que são percebidas como tal, acreditam que a beleza por si só se sustenta. É eterna. Eu não penso assim. O tempo é implacável à todos, bonitos ou feios. A beleza tem que ser cultivada, tem que ser cuidada diariamente.

Olhe-se no espelho e busque seu melhor ângulo, seu melhor sorriso, seu melhor penteado. Olhe-se de frente, de lado, do outro lado, de costas. Treine como arrumar seu cabelo, mesmo sem espelho. Aprenda como andar com um gingado diferente, só seu. Descubra seus pontos positivos, torne-os companheiros. Mas mais importante que isto, seja intima dos seus pontos negativos e torne-os secretos.

Olhe nos seus olhos refletidos no espelho e enxergue a beleza que só os olhos de quem a vê consegue ver. Diferente de se achar feia, pense: eu posso ser bonita.

Descobrir se bela a cada manhã, nos torna belos a cada dia. E o tempo só trará o que tempo nos conforta: a beleza da maturidade.

E nem toda beleza envelhece. A felicidade é o maior segredo da beleza. Uma mulher alegre será sempre uma bela mulher.

Por isto quero chegar ao 50 anos melhor do que estou hoje. Mas para isto, tenho que cuidar de mim agora.

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domingo, 4 de maio de 2014

Tenho roupas demais!

O pior momento para uma mulher é quando ela para em frente ao seu armário e fica com aquela, já conhecida (e falada aqui) sensação de não ter roupa. Mas quando ficamos diante do armário para fazer uma arrumação percebemos o quanto de roupa (e coisas) possuímos. Tudo é uma questão de ponto de vista.

O guarda-roupa sustentável minimiza bastante esta sensação e percepção nestes momentos. Mas se você ainda não montou o seu, existem outras técnicas para que você se conscientize que, sim temos muitas roupas. Começo deixando esta frase da Cris Guerra, do blog Hoje vou assim:


Mas para isto é necessário por a mão na massa, ou melhor, nos cabides, gavetas e caixas que lotam seu armário. 

Umas das premissa do guarda-roupa sustentável é saber tudo o que você possui. Organizando seu armario e gavetas você terá a exata dimensão da quantidade de roupas que tem. Mas não estou falando aqui só da quantidade, mas sim de saber exatamente o que tem. Então, segue algumas dicas de como descobrir novos pontos de vista sobre o seu armário:

- separe suas roupas em: camisas, blusas, regatas, calças, saias, bermudas, shorts, vestidos, blazers...
- separe, em cada grupo, as peças por cor, similaridade, verão/inverno, festa/lazer, noite/dia...
conte quantas peças tem de cada grupo e anote;
- fotografe. 

Sim, fotografe, mesmo que somente na mente, mas guarde esta imagem para quando você cometer a insanidade de pensar que não tem roupa. E carregue com você as anotações das quantidades de roupas.

Eu nao preciso olhar cada guarda-roupa para ver que em todos, possuímos mais do precisamos. Confesso, levei um tempo para assumir que tinha muita roupa, sapatos então... 

Mas por um outo lado, trabalhamos e merecemos cada peça que compramos. São nossas conquistas e recompensas. O que não podemos é ter o discurso diariamente de que não temos roupa. 

Hoje fotografei meus acessórios: brincos, pulseiras e colares. Não fotografei os cintos. Percebo agora que tenho muitos cintos e é o que eu menos uso. E o pior estou doida para comprar um novo, pois não tenho nenhum com os metais que estão usando agora. Mas será que eu vou usar? Terei que refletir bastante antes de comprar...

Existem algumas compras que denomino de Salvadoras, pois salvam da sacola de doações peças sem uso. Por exemplo, comprar uma blusa específica para uma saia que não combina com nenhuma outra que você possua. Neste caso não esqueça de levá-la consigo até a loja. Aconteceu comigo com uma saia que ganhei da minha cunhada (intimidei-a a me dar...rsrsr), feita por ela, e que eu não tinha uma blusa mais fresquinha para usar, somente de manga longa (foto abaixo). Neste caso comprei uma básica branca para ter a opção de usá-la nos dias quentes. E era uma básica que faltava em meu armário. Tinha pensado em um body azul marinho mas não achei nenhum nesta cor.




Uma compra consciente é uma compra inteligente e sustentável (estou perdoada...rsrsr).

E, antes de guardar suas roupas de volta, retire aquelas que realmente não usa mais. Alguém com certeza fará bom uso delas.

Dica AEnG
Antes de comprar mais roupas, compre algumas revistas de moda e olhe quais são as tendência. Veja o que gosta, o que combina com seu estilo, sua cromoestética e principalmente seu tipo físico. Procure no seu guarda-roupa algo que seja parecido. Monte alguns looks seguindo estas tendências. Você verá que sempre temos algo similar. 

Este exercício é ótimo para a criatividade! 

Outro exercício é de desapegar! Que tal fazer um bazar com as roupas que não usa mais! Uma amiga iniciou esta ideia por aqui e já estamos separando as nossas roupas. Será aqui em São José dos Campos. Quem se interessar comente na fanpage/guarda-roupa sustentável o interesse. E você que não é daqui faça o mesmo. Separe as suas peças e convide suas amigas. 

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domingo, 27 de abril de 2014

Eu não tenho roupa!

Isto é o que mais ouço no primeiro encontro na consultoria de imagem. No entanto, o que sempre vejo quando vou à casa de minhas clientes, é um armário repleto de roupas.

Mas, assim como minhas clientes, eu também achava que não tinha roupa, mesmo diante de um armário lotado. Ver aquele monte de peças e não saber qual usar, me levava a acreditar que não tinha roupa suficiente. Isto causava frustração e angústia. 

Resolvi tirar várias roupas que estava cansada de ver em meu armário e dar um tempo colocando-as em sacolas salvadoras. Sim, estas sacolas me livraram da ansiedade de ver aquelas roupas sem uso, enchendo minhas gavetas e cabides. Ao isolar por um tempo estas roupas ganhei espaço no armário. Bom, vocês devem estar pensando, ganhou espaço para novas roupa! Não, o que ganhei foi espaço para ver melhor minhas roupas e saber exatamente o que tinha. 

Mantive as peças que mais tinham a ver comigo, com a estação e com meu perfil profissional, com o meu tipo físico e meu estilo. Desta forma, sabia que tudo que estava ali me vestia perfeitamente bem. Sem ansiedade e estresse.

Ao guardar as sacolas em locais de pouco acesso, depois de um tempo, percebi que não precisava mais daquelas roupas. Elas não faziam falta. Era como me libertar da difícil tarefa de escolher que roupa usar com tanta oferta. Ao reduzir meu armário com boas peças, percebi que esta tarefa cada vez mais ficava tranquila e assertiva.

Assim, o verbo comprar raramente era conjugado. Trocava-o pelo "criar novas combinações", "exibir novos looks" e "economizar".  Este último soava como uma música. Afinal, o que adiantava comprar várias roupas e continuar com a sensação de não ter o que vestir.

Mas chegou um momento em que senti falta de roupas diferentes, novas talvez!? Estava sentindo aquela ansiedade novamente. De repente um insight! Buscar algo em minhas sacolas salvadoras. E assim, abrindo ESTAS sacolas, tive a sensação de roupas novas, mas sem ter gasto um centavo! E o processo se iniciava: novas combinações, novos looks. 

E assim percebi a sustentabilidade neste processo. Um processo para reciclar as ideias, os valores, reciclar a própria autoestima: ver com outros olhos aquilo que já estava cansada de ver. A minha própria imagem!

Assim surgiu o Guarda-roupa Sustentável. Tive inspiração com livro da Jeniffer L. Scott, o que me levou crer estar no caminho certo! Experimente você também!

Dica AEnG
Crie suas próprias sacolas salvadoras.: quando emagrecer, quando engordar, dar um tempo, quando voltar a moda, quando tiver coragem... Enfim, retire do seu armário aquilo que te impede de ter uma imagem positiva, uma mente aberta, e a autoestima elevada.

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Você sabe tudo o que você tem em seu armário?

Quantas peças de roupas você tem em seu armário? 

Quantas blusas, quantas calças, quantos sapatos, quantas bolsas? E brincos, pulseiras e colares? 

Pare por alguns segundos e pense: Você consegue usar tudo o que você tem em um ano? Porque precisamos ter tantas coisas? O que nos faz correr às lojas, aos shoppings?